Só com um simples trailer essa série já chama atenção. Eu
cheguei a chorar com ele. Sou chorona? Sim. Mas o trailer foi emocionante para
caramba, é aceitável. E se no anúncio da série, eu já tava com lágrimas,
imagina quando comecei a ver? Pois é.
Verbete do Wikipedia mostrado no início da série:
O ser humano compartilha seu aniversário com mais de 18 milhões de pessoas. Não há evidência de que compartilhar o mesmo aniversário crie algum tipo de link comportamental entre essas pessoas.
This is Us é uma série sobre família, relacionamentos,
aceitação e amor. Ela faz diversas críticas sociais, raciais e a padrões. É
incrível desde o primeiro minuto, impossível não gostar. Foi criada por Dan Fogelman, tendo no elenco nomes como Mandy Moore, Milo Ventimiglia e Sterling K. Brown.
Estou assistindo a primeira temporada com uma amiga e vim
falar dos três primeiros episódios para vocês.
Um: Piloto
Se existe um piloto melhor e mais emocionante que esse, eu
não sei te dizer, mas que esse é maravilhoso, isso é. A história intercala
pontos de vista entre Kate (Chrissy Metz/Mackenzie Hancsicsak) e os dilemas com seu peso; Kevin (Justin Hartley/Parker Bates), irmão de Kate, e
suas crises existenciais; Randall (Sterling K. Brown/Lonnie Chavis) na procura do pai biológico; e Jack (Milo Ventimiglia) e
Rebecca (Mandy Moore), um casal prestes a ter trigêmeos.
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| É assim que você fica em todos os episódios dessa série |
A série já começa com muita emoção e mostrando a que veio. O objetivo de This is us é te fazer refletir enquanto chora horrores. É uma série que fala de gordofobia, de padrões de beleza, de autoestima, família, amor, racismo e outras formas de preconceito, entre outras coisas. É uma produção tão profunda e tão perfeita que te fisga com um trailer e te conquista com o piloto.
Neste segundo episódio, nós entendemos que todos os pontos
de vista são de uma única história, uma única família, em épocas diferentes.
Randall descobre mais sobre seu pai biológico, Kate está insegura para ir a uma
festa que seu irmão a convidou e Kevin também está inseguro para dizer que não
quer mais fazer O Babá – série em que ele é o protagonista. Rebecca e Jack
também estão passando por problemas no casamento, os filhos brigam o tempo todo
e Jack tem se refugiado na bebida, mas esse casal é tão CASALZÃO que conseguem
resolver os problemas da melhor forma possível. É um episódio extremamente fofo
e sensível, sem deixar de trazer as críticas – e aprofundá-las – que também estão presentes no piloto.
Peguem os lencinhos para assistir esse episódio, porque ele
é lindo demais. Kate tem uma voz maravilhosa para cantar e Toby, seu namorado,
a incentiva com esse dom (eu ainda não sei se gosto ou não do Toby). Kevin
tenta mudar sua vida para Nova York e percebe que precisa se desligar um pouco
de sua irmã, pois ambos são muito dependentes um do outro. Enquanto isso, vemos
um pouco do passado de William, pai biológico de Randall, assim como do garoto.
E Jack e Rebecca encontrando suas maneiras de se adaptar a nova vida de pais de
trigêmeos. Também acabamos conhecendo a origem do nome de Randall e é bastante
emocionante e um pouco triste.
***
O elenco, a produção, cenários, figurino, diálogos e trilha sonora, tudo M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O! Uma série tão bem feita que, apesar de você chorar quase o tempo todo, você fica feliz por ela existir.
Se você ainda não assistiu, não perca mais tempo e vá
maratonar, pois é uma produção que te toca fundo, que te desconstrói de todas
as formas e mostra o quão lindo e difícil é a vida. A cada episódio, você fica
um pouco mais empático. Ah, se todas as pessoas no mundo vissem essa série e
aprendessem um pouco com ela…








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